julho 22, 2024

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Setor de seguros mantém recuperação consistente no semestre

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Foto: Reprodução/ Marcello Casal Jr/ AGBR

A recuperação do setor de seguros vem se mantendo de forma consistente após o início da pandemia do novo coronavírus, no ano passado. Os números do primeiro semestre – sem saúde e sem Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat) – divulgados hoje (9), pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), confirmam os “bons resultados”.

De janeiro a junho deste ano, o mercado de seguros brasileiro cresceu 19,8%, com arrecadação de R$ 145,1 bilhões, superando a do segundo semestre de 2019, antes da pandemia, que atingiu R$ 144,7 bilhões. Os destaques no semestre foram o segmento de cobertura de pessoas, que inclui vida e previdência, cuja arrecadação evoluiu 23,7%, seguido pelos segmentos de danos e responsabilidades (15,4%) e títulos de capitalização (8,4).

Segundo Coriolano, em danos e responsabilidades, o segmento patrimonial aumentou 20,7%, e de o seguro residencial, que movimentou o mercado, crescimento de 19,1% em relação ao primeiro semestre do ano passado. “É a questão das pessoas estarem em casa, investindo nos imóveis e trazendo junto o seguro.”

O seguro habitacional também teve evolução de 12,5%, procurado por pessoas para compra de material de construção, e o seguro rural (+37,9%), “que foi espetacular”, informou. Ele hamou a atenção também para os planos de risco, no segmento de coberturas de pessoas, que subiram a arrecadação em 16,3% no semestre. Os seguros cobrem morte, invalidez, doença e sobrevivência. Todos tiveram boa alavancagem nos últimos meses de maio e junho.

O seguro de responsabilidade civil também surpreendeu no semestre, com alta de 37,4%. O presidente da confederação comentou que não é um seguro muito comum no Brasil, mas ganhou proporção grande por conta de processos judiciais, “porque tem muita gente que entra na Justiça contra o fornecedor que não entregou a mercadoria ou por paralisação de atividades, por exemplo”. Os seguros de transporte também tiveram incremento de 34,1% em seis meses.

*Com informações da Agência Brasil