junho 18, 2024

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Gabriel Medina é tricampeão mundial de surfe

Foto: Redes Sociais
Foto: Redes Sociais

O brasileiro Gabriel Medina conquistou nesta terça-feira (14), o tricampeonato mundial de surfe. Em decisão espetacular, Medina derrotou duas vezes outro brasileiro, Filipe Toledo na decisão WSL Finals, em Lower Trestles, Califórnia (EUA).

E não foi uma conquista qualquer, Medina agora se junta a um seleto grupo de tricampeões que já contava com Tom Curren (EUA), Andy Irons (HAV) e Mick Fanning (AUS). O Brasil agora soma 5 títulos mundiais nos últimos 7 anos do Tour masculino.

Líder do masculino na temporada, Medina já entrou classificado para a decisão e ficou esperando pelo vencedor do mata-mata que contou com Italo Ferreira (2º do ranking), Filipe (3º), o americano Conner Coffin (4º) e o australiano Morgan Cibilic (5º).

Medina foi para sua bateria na final contra Filipe, que eliminou o campeão olímpico Italo Ferreira. Precisando vencer dois confrontos para se sagrar tricampeão, Medina abriu a primeira bateria decisiva com uma nota 5, enquanto Toledo levou a melhor na primeira troca com um 7.
Filipe acertou uma sequência de batidas de backside para tirar um 8,33 dos juízes. Na mesma série de ondas, Gabriel acertou uma rasgada e decolou para dar um aéreo frontside grab e aterrissar na base da onda para tirar a maior nota do dia: 9.

A segunda bateria começou com Filipe pegando a melhor na série de duas ondas que vieram. O sufista da Ubatuba conseguiu um 7,83, enquanto Gabriel fez um 6,33. A primeira grande nota de Medina veio com uma sequência de batidas e rasgadas e a finalização com um aéreo reverse: nota 8,50.

Faltando 18 minutos para o fim, um tubarão de mais de 2m foi visto próximo ao pico de Trestles. A organização do evento, resgatou os surfistas no mar com jetski e paralisou a disputa.
Com o tubarão afastado do local, e a bateria retomada, Filipe conseguiu um 8,53 em uma direita muito bem surfada, mas Gabriel, impecável, acertou a manobra que apenas ele tinha conseguido completar em uma campeonato: o backflip. Um mortal para trás que valeu a nota 9,01. Fim de bateria: 17,53 a 16,36 para o novo tricampeão do surfe mundial.

DECISÃO NO FEMININO

O Brasil ficou muito perto de também faturar o mundial no feminino. Tatiana Weston foi para água empatada com a havaiana Carissa Moore, mas na decisão feminina da WSL Finals, a gaúcha não conseguiu evitar o pentacampeonato mundial da sua adversária.
Com 1 a 1 no placar da final, as duas surfistas foram para a bateria decisiva, e foi Carissa quem saiu em vantagem. Tirou duas notas altas (8 e 7) e deixou Tati em uma combinação de 15 pontos.
A brasileira correu atrás, tirou um 8,03, mas Moore deu o troco tirando um 8,60. Precisando de 8,58 para virar, a brasileira foi com tudo na última onda, mas acabou caindo na finalização.

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