setembro 15, 2026

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Febre Aftose: O que é e por que é importante vacinar seu rebanho

Foto: Divulgação

O Departamento da Defesa Agropecuária de Taubaté (EDA) alerta produtores rurais para a vacinação, da segunda etapa anual de vacinação contra a febre aftosa no Vale do Paraíba. A campanha tem como objetivo preservar a saúde dos rebanhos, mantendo também o compromisso com o agronegócio no estado.

Nesta fase, devem ser vacinados bovinos e bubalinos com idade de zero a 24 meses. O Departamento, vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), é responsável pelo gerenciamento e fiscalização da campanha junto aos criadores. A expectativa é que sejam imunizados cerca de 10 milhões de animais em todo o estado. A imunização vai até o dia 30 de novembro.

Em entrevista para a 012News, Carlos Bittar – Assistente de Planejamento da Defesa Agropecuária de Taubaté diz que as declarações das vacinações devem ser realizadas preferentemente por meio eletrônico, através do sistema GEDAVE. Quando não for possível, o produtor poderá encaminha-la por e-mail ou, em último caso, deverá entrar em contato com as regionais através dos telefones e endereços eletrônicos disponíveis no site da CDA (www.defesa.agricultura.sp.gov.br) para realizar o procedimento por meio presencial, através de agendamento prévio. A data limite para entrega da declaração da vacinação é 07/12/2021, devendo ser declarados também os demais animais do rebanho.

Para a etapa de Novembro de 2021 não estão previstas prorrogações de prazos de vacinação ou declaração, e, assim, os procedimentos descritos devem ser realizados dentro dos limites estipulados.

 

A doença

 

A febre aftosa é causada por um vírus, altamente contagioso e que pode trazer grandes prejuízos econômicos para os produtores, pois afeta o comércio internacional.  “A doença é transmitida pela saliva, aftas, leite, sêmen, urina e fezes dos animais doentes, e também pela água, ar, objetos e ambientes contaminados. Uma vez doente, o animal pode apresentar febre, aftas na boca, lesões nas tetas e entre as unhas”, explica Bittar.

Se forem verificados animais com estes sintomas, o produtor rural deve imediatamente comunicar a unidade de Defesa Agropecuária mais próxima de sua região.

 

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