julho 19, 2024

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Após longa negociação com índios, PM Ambiental consegue libertar pesquisadores mantidos em cárcere privado em Ubatuba

Após longa negociação com índios, PM Ambiental consegue libertar pesquisadores mantidos em cárcere privado em Ubatuba. Os índios reclamaram muito a respeito da degradação ambiental, na área da aldeia da tribo “Ti renascer ywyty guaçu”, que fica localizada no bairro do Corcovado.

A denúncia aos PMs ambientais foi feita pela gestora do Parque Estadual da Serra do Mar para averiguar uma possível situação de cárcere privado envolvendo pesquisadores e monitor ambiental ocorrido em “terras indígenas”.

No local, as equipes de policiamento ambiental foram recebidas pelo filho do cacique da tribo. O membro da tribo relatou que já havia enviado ao Ministério Público Federal ofício alertando a respeito da degradação ambiental no pico do Corcovado e prejuízos à cultura indígena.

Os policiais visualizaram vários índios do sexo masculino, utilizando instrumentos de caça, tais como arcos e flechas, aparentando estarem aptos ao confronto, porém, as equipes conseguiram acalmar o ânimo solicitando que relatassem o que estaria ocorrendo em suas terras, sendo informados:

1-Que a comunidade indígena está descontente com as políticas de gestão do parque;

2-Que há um número elevado de pessoas (turistas) acessando a trilha do pico do corcovado;

3-Que estão causando degradação ambiental e prejudicando a produção de materiais primas que são extraídas para fabricação dos artesanatos da cultura indígena;

4- Que há aumento de lixos deixados pelos turistas e guias no caminho da trilha;

5- Que discordam das autoridades locais sobre a construção de melhorias no acesso ao pico com construção na área que segundo eles é terra indígena;

6-Que não foram consultados sobre a obra na área do pico do corcovado e não concordaram.

As negociações se desenrolaram e depois de muito tempo, os indígenas que haviam negado cárcere privado liberaram do interior da tribo uma mulher de 31 anos e dois homens de 26 anos e de 40 anos.

Os pesquisadores (uma mulher e um homem) e o monitor aparentavam estarem cansados, assustados, porém preferiram não relatar o ocorrido naquele momento, demonstraram estarem aliviados ao avistar as equipes, caminharam até o grupo de policiais.

Durante a condução para retirada do local, relataram o ocorrido como sendo assustador e que temiam pelas suas vidas, pois visualizaram próximo dois índios com armas de fogo de calibre longo, porém não souberam identificá-los, mas havia registro através de gravações feitas por telefone celular.

Diante dos relatos transmitidos pelas vítimas, foram realizadas buscas nas imediações para localizar os possíveis indígenas armados, entretanto não obtivemos êxito na localização e não foi visualizado pela equipe os armamentos de fogo, apenas instrumentos de caça pertencentes a cultura indígena.

Denúncias podem ser feitas pelo telefone (12)3886-2200.

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