Vale do Paraíba: cidades da região ganham destaque em ranking de geração de empregos em São Paulo
O estado de São Paulo registrou a criação de 286.743 novas vagas de emprego com carteira assinada no período de 12 meses entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026. Os números são da Fundação Seade e indicam que o estado foi responsável por cerca de 25% de todos os postos formais gerados no Brasil nesse intervalo.
Na Região Metropolitana do Vale do Paraíba (RMVale), diversas cidades aparecem entre as que mais abriram vagas no estado, com destaque para São José dos Campos, que ocupa a 6ª posição no ranking paulista, com 6.219 novos empregos formais no período analisado.

Cidades do Vale aparecem entre as maiores geradoras de emprego
Além de São José dos Campos, outros municípios da região também apresentaram saldo positivo na geração de empregos, garantindo espaço entre as 100 cidades que mais criaram vagas em São Paulo.
Confira o desempenho das principais cidades do Vale do Paraíba no acumulado de 12 meses:
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São José dos Campos: 6.219 vagas
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Taubaté: 2.381 vagas
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Guaratinguetá: 732 vagas
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Jacareí: 681 vagas
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Caçapava: 605 vagas
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Pindamonhangaba: 445 vagas
Os dados indicam a força da indústria e do setor de serviços na região, que seguem como importantes motores da economia e da geração de empregos formais.
Salário médio de admissão atinge maior valor em seis anos
Além da criação de vagas, o levantamento mostra que o salário médio de admissão no estado de São Paulo chegou a R$ 2.702,76 no início de 2026, o maior valor registrado nos últimos seis anos.
O valor representa um aumento de 2,75% em relação a dezembro de 2025, mantendo São Paulo como o estado com a maior remuneração média de entrada no país.
Indústria, construção e serviços lideram contratações
De acordo com o levantamento, os setores que mais contrataram em janeiro de 2026 foram:
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Indústria: 21.528 vagas
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Construção civil: 15.934 vagas
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Serviços: 3.001 vagas
Dados consideram apenas empregos formais
A pesquisa leva em conta apenas trabalhadores com carteira assinada, vinculados à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
As informações são enviadas pelas próprias empresas ao governo federal e compiladas em relatórios mensais que analisam contratações e salários pagos no momento da admissão.
