Servidores são exonerados da Câmara de Taubaté por uso de diploma falso

Foram exonerados da Câmara de Taubaté neste mês dois servidores do gabinete de um vereador depois de constatar que eles haviam apresentado diplomas falsos de conclusão do ensino superior. Mesmo com as demissões, uma sindicância interna apura os fatos.
Os diplomas de ensino superior apresentados por estes dois servidores como prova de aptidão eram fraudulentos, possivelmente por não terem a qualificação exigida para ocupar o cargo em questão.
No boletim do legislativo do dia 9 de fevereiro, um ato da mesa diretora reforçou a exigência e estabeleceu critérios de comprovação de escolaridade para admissão de servidores na casa.
Desde 2019, quando houve uma reforma administrativa, o cargo de assessor técnico parlamentar, que é o que eles ocupavam, passou a ter diploma de ensino superior como exigência para a contratação.
Antes, o cargo era chamado de assessor parlamentar e exigia apenas ensino médio completo. O caso foi revelado pelo jornal “O Vale”.
