Reta final da campanha de vacinação contra a febre aftosa em Ubatuba
A Prefeitura de Ubatuba divulgou que Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informou que criadores de bovinos e bubalinos de todas as idades têm até a próxima quarta-feira (30), para participar da segunda etapa da Campanha de Vacinação contra a febre aftosa no Estado de São Paulo.

Durante o mês da campanha, as equipes da Coordenadoria de Defesa Agropecuária vão a campo fiscalizar, de modo amostral, as vacinações. Nesse procedimento realizam a verificação da documentação de compra das vacinas, a conservação do produto, o número de animais, a aplicação da vacina e as boas práticas de manejo.
Na realização de atividades externas, a atenção dos médicos-veterinários da Defesa Agropecuária estará focada na investigação clínica e epidemiológica para certificar a ausência de qualquer sinal de doenças em animais suscetíveis à febre aftosa. Da mesma forma o criador deve inspecionar seus animais e informar imediatamente o serviço veterinário oficial a ocorrência de qualquer enfermidade no rebanho.
A unidade da Defesa Agropecuária em Ubatuba fica na praça Prof. Theodorico de Oliveira, 38, Ilha dos Pescadores. Interessados podem entrar em contato pelo telefone (12) 3832-1253 ou pelo whatsapp (11) 93618-1595.
Outros animais
É importante destacar que a vacinação contra a febre aftosa de outros animais, como suínos, caprinos, ovinos, equinos e outros é proibida. Entretanto, para garantir esse controle o produtor precisa declarar e atualizar o saldo de suas criações bem como a vacinação de rebanhos bovinos e bubalinos até o dia 7 de dezembro por meio do sistema Gedave.
Atualmente, Ubatuba conta com 12 criadores de bovinos com um total aproximado de 96 animais – fora os nascimentos que ainda não constam.
Febre aftosa
A febre aftosa é uma doença infecciosa aguda que causa febre, seguida do aparecimento de vesículas, aftas, principalmente, na boca e nos pés de animais de casco fendido, como bovinos, búfalos, caprinos, ovinos e suínos.
Os animais contraem o vírus por contato direto com outros animais infectados ou por alimentos e objetos contaminados. A doença é transmitida pela movimentação de animais, pessoas, veículos e outros objetos contaminados pelo vírus. Calçados, roupas e mãos das pessoas que lidaram com animais doentes também podem transmitir o vírus.
A ocorrência da doença, além disso, tem também efeitos diretos sobre o bem estar animal, na produção e produtividade dos rebanhos e é uma ameaça à segurança alimentar de pequenos produtores.
Para mais informações sobre a doença os interessados podem acessar esse link.
