Igaratá: MP pede prisão preventiva do rapper Oruam após disparo em festa
O Ministério Público de São Paulo solicitou a prisão preventiva do rapper Oruam, acusado de realizar um disparo de arma de fogo durante uma festa em Igaratá.
O pedido foi protocolado no último dia 5 de maio pelo promotor de Justiça Alan Carlos Reis Silva, responsável pela ação penal que investiga o caso ocorrido em dezembro de 2024.

Disparo teriam acontecido durante evento com público
Segundo a denúncia apresentada pelo MP, o artista, identificado como Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, teria efetuado um tiro com uma espingarda em meio a uma festa com diversas pessoas presentes.
De acordo com a Promotoria, imagens do episódio foram gravadas e compartilhadas nas redes sociais, material que passou a integrar os elementos da investigação.
O Ministério Público afirma que o disparo teria colocado em risco a segurança dos participantes do evento.
Promotoria cita risco de fuga e outras investigações
No pedido de prisão preventiva, o MP também menciona que o rapper é alvo de outros procedimentos criminais, incluindo investigações relacionadas à suposta lavagem de dinheiro, possível ligação com o Comando Vermelho e apurações envolvendo tentativa de homicídio contra policiais civis no Rio de Janeiro.
Ainda conforme o documento, Oruam estaria em local desconhecido, situação que, segundo a Promotoria, poderia dificultar o andamento do processo e o eventual cumprimento de decisões judiciais.
“O denunciado se encontra foragido, inviabilizando a efetividade da jurisdição penal”, destacou trecho da manifestação do promotor.
Caso aconteceu em dezembro de 2024
O episódio investigado ocorreu em 16 de dezembro de 2024, durante uma festa realizada em Igaratá. A Justiça ainda deve analisar o pedido de prisão apresentado pelo Ministério Público.
