Casos de Gripe H3N2 disparam em Taubaté

Casos de Gripe H3N2 disparam em Taubaté. O aumento é de 600%. As informações foram confirmadas pela Prefeitura. A Secretaria da Saúde vai intensificar as ações de combate ao vírus da gripe.
Em 2020, foram registrados sete casos da doença. Neste ano já são 48 notificações. Em 2019, antes da pandemia, houve 17 pessoas infectadas e na ocasião aconteceram 13 mortes pela doença.
O surto de H3N2 atinge alguns munícipios do Brasil, como o Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Normalmente, a contaminação pelo vírus influenza acontece entre o outono e o inverno.
Sintomas da gripe H3N2
Os sintomas da gripe são febre, dor de garganta, secreção nasal excessiva, dor no corpo, dor de cabeça, tosse e mal-estar intenso. Pode haver casos de diarreia e vômito.
Idosos e crianças são mais suscetíveis à doença. Pessoas com baixa imunidade, grávidas e portadoras de doenças crônicas precisam se prevenir.
Prevenção ao gripe H3N2
A prevenção da gripe H3N2 em Taubaté, de acordo com infectologistas se faz por meio do uso de máscaras, higienização das mãos e distanciamento social. As aglomerações são um chamariz para a doença.
Quem apresentar febre deve procurar um médico e se isolar por pelo menos sete dias, caso a doença seja confirmada.
A Transmissão da Gripe H3N2
A transmissão do vírus ocorre ocorre como o coronavírus através de gotículas expelidas pela tosse, espirro ou fala, por isso a importância do uso de máscaras e da higienização das mãos.
Tratamento
O tratamento requer repouso, bastante ingestão de líquido e boa alimentação. O médico ainda pode prescrever o uso de medicamentos antiviruais e outros que aliviem sintomas de dor e mal-estar – como Paracetamol ou Ibuprofeno.
Pode haver internação em casos mais graves.
A vacina da gripe resolve?
A atual vacina da gripe não dá proteção àqueles que se imunizaram, umas vez que este é um novo subtipo do vírus H3N2. Somente a versão do imunizante de 2022 vai proteger contra este vírus, portanto a recomendação é uso de máscara e higienização das mãos.
Este fenômeno não é comum e pode ter relação com a baixa adesão à vacina, que foi distribuída no começo do ano.
