Carnaval 2022: Confira lista de cidades da região que cancelaram eventos
Devido à pandemia de Covid-19, cidades da região do Vale do Paraíba e Litoral Norte decidiram cancelar o carnaval em 2022. Este já é o segundo ano que as cidades cancelam os eventos. Prefeituras informaram que vão intensificar as fiscalizações contra festas clandestinas no feriado. Já em Guaratinguetá, por exemplo, até os eventos privados de Carnaval estão suspensos.
Com o avanço da variante Ômicron as prefeituras da região tomaram metidas de cancelamento da programação de Carnaval. São Luiz do Paraitinga já analisava no fim de 2021 uma retomada, mas com o avanço da pandemia declinou.
Ao todo, 25 cidades do Vale do Paraíba e Litoral Norte que teriam eventos de carnaval decidiram cancelar.
Festas públicas, como os blocos de rua e desfiles feitos com incentivo municipal, estão cancelados, porém algumas cidades ainda vão estar permitindo a realização de festas privadas.
Em Taubaté, São José dos Campos e algumas cidades do litoral, as festas particulares estão permitidas. Apesar disso, os espaços de evento e organizadores precisam cumprir com os protocolos sanitários, além de terem o alvará – autorização municipal – para a realização.
Em Ilhabela, os eventos particulares estão permitidos, mas após 20h estão proibidos shows e música alta em quiosques, bares, praias, praças, ciclovias e calçadas. Além disso, os estabelecimentos que promovam festas ou aglomeração devem exigir o comprovante de vacinação, comprovando a tomada de, pelo menos, duas doses (ou dose única).
Já em Guaratinguetá decidiu restringir inclusive as festas particulares. Na cidade, o tradicional desfile de escolas de samba foi cancelado e com ele qualquer evento de carnaval que gere aglomeração.
Litoral
Com o cancelamento das festas de carnaval, as cidades do litoral esperam alto movimento de turistas. De acordo com as cidades, são esperados mais de 250 mil turistas no feriado.
Por causa do movimento de turistas, as cidades aumentaram a fiscalização para cobrar o cumprimento das regras sanitárias, além das ações contra eventos clandestinos.
Segundo o sindicato de hotéis e pousadas (Sinhores) há 80% de ocupação na rede hoteleira e o evento é mais uma aposta para o comércio local na recuperação do período de temporada fechados durante as fases com regras mais restritivas da pandemia.
