Vale do Paraíba: Taubaté e Tremembé confirmam mais três mortes por dengue; região soma 13 óbitos em 2026
O Vale do Paraíba registrou mais três mortes causadas pela dengue, segundo dados atualizados no painel de monitoramento do Governo do Estado de São Paulo. As novas confirmações ocorreram em Taubaté e Tremembé, elevando para 13 o total de óbitos pela doença na região em 2026.
Das três mortes confirmadas, duas foram registradas em Taubaté. As vítimas são um homem de 81 anos, morador do bairro Jaraguá, que faleceu em 13 de abril e teve o diagnóstico confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) em 20 de maio, e um homem de 64 anos, residente no Parque das Flores, que morreu em 16 de maio, com confirmação laboratorial em 26 de maio. Segundo as informações divulgadas, ambos possuíam comorbidades.
Já em Tremembé, a Prefeitura informou que a vítima é um homem de 49 anos, morador do bairro Flor do Campo. O óbito ocorreu em 5 de maio e a classificação da morte por dengue foi confirmada na última segunda-feira (1º).
Em nota, a administração municipal destacou que mantém as ações de combate ao mosquito transmissor e reforçou a importância da participação da população nas medidas de prevenção e eliminação de criadouros.
Taubaté concentra maior número de mortes da região
Com as novas confirmações, Taubaté passou de seis para oito mortes por dengue neste ano. O município enfrenta situação de epidemia da doença desde abril.
Já Tremembé contabiliza agora dois óbitos relacionados à dengue em 2026.
Até o momento, os registros de mortes na região estão distribuídos da seguinte forma:
- Taubaté: 8 óbitos
- Jacareí: 2 óbitos
- Tremembé: 2 óbitos
- São José dos Campos: 1 óbito
Região ultrapassa 7,8 mil casos confirmados
Dados do Governo do Estado, atualizados nesta quarta-feira (3), mostram que o Departamento Regional de Saúde (DRS) de Taubaté, responsável por 39 municípios do Vale do Paraíba e região, já acumula 7.814 casos confirmados de dengue em 2026.
Além disso, há 10 mortes ainda em investigação, que aguardam conclusão dos exames e análises epidemiológicas.
As autoridades de saúde seguem orientando a população a eliminar recipientes que possam acumular água parada, principal ambiente de reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus.

