outubro 27, 2026

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SJC: Influenciador Diego Friggi morre após embolia pulmonar; Influencer não conseguiu vaga na UTI

Morreu, na tarde deste domingo (10), o influenciador digital Diego Friggi, em São José dos Campos. O influencer tinha 668 mil seguidores em seu Instagram. Diego estava internado desde sexta-feira (8), por conta de uma embolia pulmonar, e aguardava vaga para UTI, sem sucesso.

Imagem: Reprodução/Redes Sociais

A morte de Friggi causou muita comoção e revolta nas redes sociais. Isso porque Diego estava internado em um hospital particular. Porém, segundo informações, o convênio do influenciador estaria em carência e, por isso, precisaria ser transferido para uma UTI da rede pública.

Em suas redes sociais, horas antes de falecer, Diego fez críticas à saúde. “Estou há dois dias aguardando uma vaga ‘SUS’ de leito UTI e até agora nada. Cadê a saúde de nossa cidade?”, postou Friggi, marcando o perfil do prefeito de São José, Anderson Farias (PSD). “Eleição já foi, agora ‘bora’ trabalhar?”, completou.

Em nota, a Prefeitura de São José dos Campos lamentou a morte de Diego, e alegou que a responsabilidade do atendimento era do hospital particular, mesmo que o convênio estivesse em período de carência.

Nota

“A Prefeitura de São José dos Campos lamenta a morte do paciente Diego Friggi e se solidariza com a família neste momento de dor.
É importante esclarecer: o paciente tinha convênio médico particular e estava internado no Hospital Unimed, que deveria ser responsável por todo o seu tratamento.

De acordo com a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), a Lei 9.655/98, em seu artigo 35-C da Lei dos Planos de Saúde, “prevê a obrigatoriedade da cobertura do atendimento nos casos de emergência, que implicarem em risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração médica”, mesmo no período de carência, independentemente da vaga SUS existente ou não.
Ou seja, independente do plano do paciente ter carência ou não, o hospital particular tinha a responsabilidade de cuidar da vida do paciente.”.

Até a conclusão desta reportagem, a Unimed não se posicionou à respeito deste caso. O espaço segue aberto.