julho 24, 2026

012 News | O portal de notícias do Vale do Paraíba e Litoral Norte

O conceito da 012 News é informar e entreter nossos telespectadores e ouvinte.

Quarto caso de varíola dos macacos é confirmado no Vale do Paraíba

A prefeitura de São José dos Campos confirmou nesta sexta-feira (29) o terceiro caso de varíola dos macacos na cidade, subindo para quatro o número de pessoas que contraíram a doença no Vale do Paraíba. Jacareí possui um registro confirmado.

imagem: Divulgação

De acordo com a Secretaria de Saúde de São José dos Campos, o novo caso foi confirmado em uma mulher que não teve histórico de viagens ao exterior. Segundo a pasta, ela não precisou de internação e segue sendo monitorada na residência em que mora na cidade, cumprindo isolamento.

Participe do nosso grupo de WhatsApp e receba as principais notícias do Vale do Paraíba e Litoral Norte

O primeiro caso em São José dos Campos foi registrado no dia 7 de julho, em um homem morador da cidade que também não precisou de internação. O segundo caso foi confirmado duas semanas depois, no dia 21 de julho, em um morador da cidade que possui registro de viagens por países da Europa.

Em ambos os casos, os pacientes receberam alta e passam bem, segundo informa a prefeitura.

-Leia mais: Primeiras vacinas contra varíola dos macacos devem chegar em setembro

-Leia mais: Ministério da Saúde confirma primeira morte por varíola dos macacos no Brasil

Transmissão e prevenção

Geralmente a doença é leve e não há tratamento específico. Ela pode começar com febre dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço.

De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

O maior risco de gravidade é para pessoas imunossuprimidas, com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato próximo/íntimo com lesões de pele de pessoas infectadas, como por exemplo, pelo abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratória.

Para se prevenir, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool em gel.