setembro 7, 2026

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“Não há tempo para vingança”, diz Lula após reuniões com chefes de poderes

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou à imprensa na noite desta quarta-feira (9) em Brasília após reuniões com os presidentes da Câmara, do Senado, do STF e do TSE.

Foto: Reprodução

Ao longo da fala, que durou cerca de 15 minutos, Lula disse que “o Brasil vai voltar a normalidade”, destacando que “não há tempo para a vingança, não há tempo para raiva, não há tempo para ódio”.

Sobre a negociação que acontece neste momento, em torno da aprovação da PEC da Transição, Lula elogiou a atuação de Arthur Lira (presidente da Câmara dos deputados) e Rodrigo Pacheco (presidente do senado) nos encontros que teve pela manhã. E disse acreditar que o congresso “não irá criar problemas”.

O presidente eleito Lula também falou sobre os protestos que contestam o resultados das eleições, que ainda acontecem em alguns pontos pelo Brasil. “As pessoas não tem motivo para protestar, até porque a diferença na votação [entre Lula e Bolsonaro] teria sido menor do que merecíamos”, disse Lula.

Lula também cobrou informações de quem estaria financiando esses protestos, cobrando uma investigação.

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Lula cumpriu nesta quarta-feira (9) uma série de reuniões com chefes de poderes em Brasília, como parte da fase inicial do governo de transição.

Pela manhã, Lula se encontrou com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin também participou dos compromissos.

Pela tarde, Lula teve reuniões com os dois ministros do Judiciário: a presidente do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes.

Nesta terça-feira (8), Geraldo Alckmin assinou três portarias que marcam o início formal dos trabalhos da transição de governo. Um dos documentos nomeia três coordenadores para a transição: Aloizio Mercadante, coordenador do grupo técnico do gabinete de transição; Floriano Pezaro, coordenador-executivo do gabinete de transição; Gleisi Hoffmann, coordenadora da articulação política do gabinete de transição.

No grupo econômico, Alckmin anunciou quatro nomes: Pérsio Arida, André Lara, Guilherme Mello, Nelson Barbosa.

Para assistência social, os nomes escolhidos foram: Simone Tebet, Márcia Lopes, Tereza Campello e André Quintão.