Mercado Municipal pode virar patrimônio cultural de Taubaté
A proposta de emenda à Lei Orgânica 4/2022 pode elevar o Mercado Municipal de Taubaté à condição de patrimônio cultural da cidade. O projeto foi analisado e aprovado pelos vereadores, em primeira votação, na última terça-feira (25).

A autoria é dos vereadores Vivi da Rádio (Republicanos), Alberto Barreto (PRTB), Boanerge (PTB), Diego Fonseca (PSDB), Jessé Silva e Moises Luciano Pirulito, do PL, Marcelo Macedo (MDB) e Richardson da Padaria (União).
“Trata-se de uma singela homenagem a este ponto histórico do município que contribuiu e ainda contribui na construção da identidade taubateana”, argumentam os vereadores, na justificativa.
Os autores anexam ao documento uma entrevista do historiador Armindo Boll, professor da Universidade de Taubaté, onde ele afirma ser “inegável a contribuição do Mercado como patrimônio material e imaterial”.
“Ao visitá-lo, compreendemos o sentido da hospitalidade. A cultura hibridada nos costumes e gestos. Suas memórias estão entre os feirantes e clientes. Desde o tempo em que se comercializavam os produtos artesanais dos figureiros, a musicalidade, a culinária e a religiosidade contribuem para a formação da identidade do vale-paraibano”, diz o historiador.
A proposta de emenda à Lei Orgânica, de tornar o local patrimônio cultural, depende agora de segunda votação, no Plenário da Câmara Municipal, além de promulgação pelo presidente da casa, Paulo Miranda (MDB).
