Após mais de um ano de reabilitação, Instituto Argonauta devolve tartaruga marinha à natureza
Uma tartaruga marinha, da espécie Tartaruga-verde (Chelonia mydas), foi devolvida à natureza pelas equipes do Instituto Argonauta e da Fundação Projeto Tamar, em Ilhabela, nesta quinta-feira (7).

O animal foi encontrado por um mergulhador na Praia do Sergio, no dia 15 de fevereiro de 2021, debilitado e com marcas de interação com embarcação (hélice de barco) na carapaça.
Durante mais de um ano de reabilitação, a tartaruga foi submetida a diversos procedimentos, inclusive cirúrgicos, respondendo bem aos tratamentos e recebendo alta médica para retorno ao mar, completamente recuperada e saudável.
A soltura aconteceu pela manhã com a presença de alguns moradores, da equipe do Instituto Argonauta e Fundação Projeto Tamar, ambas executoras do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), e também do mergulhador que ajudou a salvar a tartaruga e o prefeito da cidade de Ilhabela, Toninho Colucci.

Sobre o Instituto Argonauta
O Instituto Argonauta foi fundado em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba e reconhecido em 2007 como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público).
O Instituto tem como objetivo a conservação do Meio Ambiente, em especial a conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos. Para isso, apoia e desenvolve projetos de pesquisa, resgate e reabilitação da fauna marinha, educação ambiental e resíduos sólidos no ambiente marinho, entre outras atividades.
O Instituto Argonauta também é uma das instituições executoras do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).
Sobre o PMP-BS
O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos, conduzido pelo Ibama.
Esse projeto tem como objetivo avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, por meio do monitoramento das praias e do atendimento veterinário aos animais vivos e necropsia dos animais encontrados mortos.
O projeto é realizado desde Laguna/SC até Saquarema/RJ, sendo dividido em 15 trechos.
O Instituto Argonauta monitora o Trecho 10, compreendido entre São Sebastião e Ubatuba.
