Unitau prevê arrecadar 12% a mais em 2023; receita do IPMT deve aumentar 8%
A Universidade de Taubaté prevê receita de R$197 milhões em 2023, o que representa 12,7% a mais da arrecadação de R$175 milhões estimada para 2022. A despesa fixada para o ano que vem é de R$186 milhões, 11,8% a mais do que os R$166 milhões deste ano.

Os números foram apresentados na terceira audiência sobre as diretrizes orçamentárias de 2023, realizada na Câmara de Taubaté na tarde de quinta-feira, 2.
O debate foi conduzido pela vereadora Elisa Representa Taubaté (Cidadania) e contou com a participação de Alberto Barreto (PRTB), Marcelo Macedo e Paulo Miranda, do MDB, Moises Luciano Pirulito (PL) e Richardson da Padaria (União).
O Instituto de Previdência do Município (IPMT) tem receita prevista de R$234,9 milhões, o que representa aumento de 8,4% em relação ao montante estimado para 2022, de R$215 milhões. A despesa do Instituto em 2023 deverá ser o mesmo valor da receita.
A Câmara também terá repasse maior no próximo ano. O duodécimo, como é chamada a verba direcionada pela Prefeitura ao Legislativo, está previsto em R$41,6 milhões, ante R$35 milhões estimados para 2022.
Fundações
A Fundação Caixa Beneficente dos Servidores da Unitau (Funcabes) estima receita de R$107,3 milhões, mesmo valor fixado para as despesas; Fundação Universitária (Fust) prevê receber R$1,3 milhão, valor igual à despesa.
A Fundação de Artes, Cultura, Educação, Turismo e Comunicação (Funac) estima receita de R$15 mil e despesa de R$65 mil, e a diferença deverá ser coberta por repasse da Unitau, da mesma forma que a Universidade cobrirá a diferença da Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação (Fapeti), que prevê receita de R$9,7 milhões e despesa de R$9,8 milhões.
O projeto de lei 74/2022, que estabelece a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), está disponível para consulta no site da Câmara. O vídeo da audiência está no canal da TV Câmara Taubaté no Facebook.
