SJC: Município envia à Câmara proposta de orçamento de R$ 5,3 bi para 2026
O prefeito Anderson Farias (PSD) protocolou na Câmara Municipal, ontem (terça-feira, 30), o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2026. A peça prevê uma receita de R$ 5,3 bilhões (R$ 5.376.836.000,00), valor 10,2% maior que o de 2025, que foi de R$ 4,8 bilhões.

As despesas foram estimadas em praticamente o mesmo patamar, R$ 5,356 bilhões, sem considerar a inflação projetada de 4,8% para o próximo ano. O texto ainda precisa passar pela aprovação dos vereadores, em data que não foi definida.
Prioridades e panorama econômico
No documento, o prefeito destacou que o município busca fortalecer a posição fiscal com medidas como modernização da administração tributária e revisão de legislações do IPTU, ITBI e tarifas urbanas, visando mais eficiência na arrecadação.
A Câmara Municipal deve contar com um orçamento próprio de R$ 151,2 milhões, enquanto autarquias e administração indireta, como a Fundhas, receberão R$ 999,6 milhões. Já as secretarias municipais ficarão com a maior fatia: R$ 4,2 bilhões.
Secretarias que mais recebem
Das 16 secretarias, 12 terão aumento de verba em relação a 2025. As maiores dotações são para:
- Educação e Cidadania: R$ 1,3 bilhão (+12,5%)
- Saúde: R$ 1,1 bilhão (+4,4%)
Outros destaques do orçamento
- Proteção ao Cidadão: R$ 71,5 milhões (+13,4%)
- Encargos Gerais: R$ 567,6 milhões (+15,7%)
- Manutenção da Cidade: R$ 328,7 milhões (+5,6%)
- Governança: R$ 32,2 milhões (+2,5%)
- Gestão Habitacional e Obras: R$ 54,2 milhões (queda de 21,3%)
- Urbanismo e Sustentabilidade: R$ 30,1 milhões (queda de 7,1%)
- Gabinete do Prefeito: R$ 600 mil (sem variação)
- Nova Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária: R$ 59,2 milhões (criada em 2025)
Próximos passos
O texto segue agora para análise e votação na Câmara. Caso aprovado, o orçamento passará a valer a partir de 1º de janeiro de 2026, orientando os investimentos e gastos do município no próximo ano.
