setembro 7, 2026

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Vale do Paraíba registra alta no mercado imobiliário em abril

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP) divulgou um estudo relativo ao mês de abril de 2025, comparando os números dos mercados de venda e locação de casas e apartamentos com os de Março de 2025, no Vale do Paraíba e região. Os números indicam uma alta no mercado imobiliário.

Imagem: Reprodução

Foram consultadas 112 imobiliárias das cidades de: Caçapava, Cachoeira Paulista, Campos Do Jordão, Caraguatatuba, Cruzeiro, Guaratinguetá, Ilhabela, Jacareí, Lavrinhas, Lorena, Natividade Da Serra, Paraibuna, Pindamonhangaba, Piquete, Santa Branca, Santo Antônio Do Pinhal, São Jose Dos Campos, São Luiz Do Paraitinga, São Sebastião, Silveiras, Taubaté, Tremembé e Ubatuba.

As vendas apresentaram alta de 43,72% e o volume de novos contratos de locação assinados no período teve alta de 25,38%.

Vendas em Abril

  • A média de valores das casas e apartamentos vendidos no período ficou entre R$ 200 e R$ 300 mil
  • A maioria era de casas de 2 dormitórios, com área útil de 50 até 100 m².
  • Já grande parte dos apartamentos vendidos era de 2 dormitórios, e área útil de 50 até 100 m².
  • 48,7% das propriedades vendidas em Abril estavam situadas na periferia, 21,8% nas regiões centrais e 29,5% nas áreas nobres.
  • Com relação às modalidades de venda, 39,2% foram financiadas pela CAIXA, 19% por outros bancos, 21,5% diretamente pelos proprietários, 17,7% dos negócios foram fechados à vista e por consórcios, 2,5% no período.

Locações em Abril

  • A faixa de preço de locação de preferência dos inquilinos de casas e apartamentos ficou entre R$ 2.000 até R$ 3.000,00.
  • A maioria das casas era de 2 dormitórios com 50 até 100 m² de área útil.
  • A maioria dos apartamentos era de 2 dormitórios com 50 até 100 m² de área útil.
  • A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o depósito caução. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia das cidades pesquisadas (35%), na região central (19%) e nos bairros mais nobres (47%).
  • E daqueles que encerraram os contratos de locação, 34,4% não informaram a razão da mudança, 40,6% optaram por aluguéis mais baratos, 25% para alugueis mais caros.