São José dos Campos confirma segundo caso de varíola do macaco
A prefeitura de São José dos Campos confirmou nesta quinta-feira (21), o segundo caso de varíola do macaco (Monkeypox) na cidade. O primeiro caso foi registrado no dia 7 de julho.
O segundo caso registrado é de uma pessoa do sexo masculino, morador de São José dos Campos, com registro de viagem por vários países da Europa.

O paciente passou por atendimento em um hospital do município, mas não houve necessidade de internação, de acordo com a nota enviada pela prefeitura à 012 News.
Ainda de acordo com a prefeitura, a secretaria de saúde fez o isolamento domiciliar e atualmente o paciente encontra-se em monitoramento.
O primeiro caso aconteceu no dia 7 deste mês, em uma pessoa do sexo masculino, morador de São José, que também não precisou de internação, cumpriu isolamento domiciliar e já teve alta.
Até esta quinta-feira (21), o Ministério da Saúde contabilizou 592 casos confirmados de varíola dos macacos (monkeypox) no Brasil.
A maioria dos casos (429) está em São Paulo, seguido do Rio de Janeiro (85) e Minas Gerais, com 32 casos. O Distrito Federal tem 12 casos, o Paraná, 10, Goiás, 9, e a Bahia, 4.
O Ceará, o Rio Grande do Sul, o Rio Grande do Norte e o Espírito Santo têm dois casos cada. Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina registraram um caso cada.
Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) havia sido notificada de mais de 14 mil casos em 72 países; o Brasil está entre os que têm os maiores números de infecções.
Transmissão e prevenção
Geralmente a doença é leve e não há tratamento específico. Ela pode começar com febre dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço.
De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.
O maior risco de gravidade é para pessoas imunossuprimidas, com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos.
A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato próximo/íntimo com lesões de pele de pessoas infectadas, como por exemplo, pelo abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratória.
Para se prevenir, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool em gel.
